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Apenas mais um (conto) de amor
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Para onde ela estava indo? O que foi que eu fiz? Por que vai me deixar? Eu não queria que ela fosse, mas jurei para mim mesma que, se eu não estivesse fazendo-a feliz, de alguma forma, eu deixaria que ela fosse atrás da sua felicidade. O amor não é garantia de nada. Se duas pessoas se amam, não podem ter certeza de que ficarão juntas para sempre, o amor precisa de cuidado, entendimento, de manutenção. E ainda assim, temos as adversidades da vida, o dia a dia, os problemas e as diferenças. As chances de dar errado parecem ser em maior número. Mesmo quando tentamos fazer tudo certo, não temos como prever o resultado. Sentada no chão da cozinha, perdida em meio às minhas culpas e pensamentos. Tento entender meu erro, tento entender o que tenho que aprender com isso, tento entender como devo reagir a isso e sigo tentando entender. Não devemos esperar ser tarde demais para valorizar o que temos, é tão bom ter o que sonhamos ter, é tão bom ser quem desejamos ser. Somos condicionados a pensar conforme uma cartilha, que não sabemos estar certa, ou, sequer, atualizada. Seguimos repetindo padrões, sem pensar nas possibilidades. Nada é fácil, mas é simples. Demorou até que eu soubesse o que realmente queria, mas a partir do momento em que eu soube, não aceitei menos. Eu precisei ser tudo o que fui até agora, para poder ser quem eu sou. E eu sou exagerada mesmo, eu sou tanto, que nem cabe em mim. Eu sou um estardalhaço de amor. Não é possível que alguém condene qualquer tipo de amor. O amor é genuíno. O mundo precisa de mais amor de verdade, mais empatia. Todo mundo merece um amor puro, todos deveriam ser puro amor.
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