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A Nação que se Recusou a Crescer
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O Brasil não é um país subdesenvolvido — é uma creche patriótica onde todos exigem direitos, mas ninguém limpa a própria bagunça. Enquanto o mundo amadureceu, nós preferimos brincar de nação: elegemos bufões, idolatramos ladrões e aplaudimos a ignorância como se fosse virtude. A Nação que se Recusou a Crescer é uma cirurgia sem anestesia — e o paciente é o brasileiro médio. Aqui não há patriotismo de novela nem esperança de rede social. O autor disseca o país com precisão filosófica e desprezo justo. Um território rico, habitado por um povo que tem medo da liberdade, preguiça da responsabilidade — e uma alergia crônica à verdade. Vemos isso ao observarmos com atenção os escritos da bandeira presente na capa, não sabemos o que temos como lema, mas, seja lá o que for, não é ordem e progresso. É a anatomia da nossa mediocridade: o Estado transformado em mamadeira, a escola em laboratório de doutrinação e a cultura em circo, onde a estupidez virou entretenimento. Um país onde a esperteza é virtude, a honestidade é coisa de otário e todo mundo quer mudar o Brasil — desde que não precise mudar a si mesmo. Mas há outro caminho. E ele começa quando você decide parar de ser parte do rebanho. Quando entende que liberdade não se conquista nas urnas, mas no espelho. Crescer é um ato solitário — e inevitavelmente doloroso —, mas é o único caminho para quem se recusa a apodrecer junto com o sistema. Depois de ler este livro, você nunca mais verá o Brasil, o brasileiro médio — nem a si mesmo — da mesma forma. Porque esta obra não é um consolo. É um ultimato. Um chamado àqueles que decidiram crescer — mesmo vivendo em uma nação que transformou o fracasso em identidade e a covardia em tradição.
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