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Escolas ou empresas? : Desvendando a financeirização da educação básica
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A pesquisa apresentada neste livro buscou analisar, numa perspectiva histórica e dialética, o processo de financeirização da Educação Básica pública no Brasil, permeada pelas relações de disputas entre os sujeitos e grupos sociais pela orientação político-ideológica da formação escolar nesta etapa educacional. Nossa análise tem início por um estudo aprofundado da história da educação no Brasil, examinando como as mudanças econômicas e políticas influenciaram o desenvolvimento do sistema educacional ao longo do tempo.Em seguida, o foco recai sobre o processo de financeirização, que se refere à crescente influência de práticas, atores e interesses financeiros na educação pública. Isso envolve a entrada de grandes conglomerados empresariais no setor, que visam ao lucro e à expansão de seus negócios em detrimento da qualidade e equidade educacional. A pesquisa destaca o papel do grupo Kroton/Cogna, que, em 2014, foi reconhecido como o maior conglomerado educacional do mundo. Esse grupo não apenas se expandiu de forma agressiva, mas também influenciou políticas públicas e práticas educacionais no Brasil e além. A análise do desenvolvimento financeiro do grupo inclui a investigação de suas estratégias de aquisição, fusões e práticas de mercado que permitiram sua ascensão.Além disso, a pesquisa aborda as implicações políticas dessa financeirização, discutindo como a presença crescente de interesses privados na educação pública molda as políticas educacionais, muitas vezes alinhando-as com objetivos corporativos em vez de necessidades sociais. A expansão do grupo Kroton/Cogna serve como um estudo de caso para entender os efeitos mais amplos da financeirização na educação pública, incluindo questões de acessibilidade, qualidade, e a mercantilização do ensino.
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